Plano de curto, médio e longo prazo
Tangibilizar o intangível
e transformar consciência em resultado
Alejandro, você construiu ao longo de décadas um conhecimento raro — geometria sagrada, física quântica, psicologia transpessoal, uma metodologia própria de observar, perceber e sentir. O que a gente vai construir juntos é a ponte: transformar essa profundidade toda em algo que o cliente entenda, deseje e compre. Este plano organiza o caminho — começando pelo workshop do dia 25/08.
Alejandro Martim · Raio-X estratégico · call com o Aldo em 16/jul/2026
Raio-X
O seu momento, sem rodeio
Você tem 72 anos, nasceu na Argentina, se formou arquiteto e sempre foi um buscador — geometria sagrada, física quântica, radiestesia, filosofias orientais. Depois de quatro anos de formação em psicologia transpessoal na escola de Teda Vaso, você se tornou terapeuta transpessoal e criou uma metodologia terapêutica própria, que integra geometria, corpo, mente e espírito. Hoje é um dos fundadores do Instituto Iniciático da Consciência. O conhecimento existe, é sólido e é seu. O que falta é uma coisa só: fazer o cliente entender o que ele ganha com isso.
Quem é o Alejandro
- Argentino, 72 anos, arquiteto de formação (empresa fundada em 1986), com um histórico de ética e coerência — nunca teve uma ação trabalhista, nunca devolveu um cheque.
- Buscador de vida inteira: mergulhou na geometria sagrada (Vesica Piscis, Semente da Vida, Flor da Vida), na física quântica, na radiestesia e nas filosofias orientais para entender a origem da consciência.
- Terapeuta transpessoal formado após quatro anos de estudo; curador do legado de Teda Vaso e um dos fundadores do Instituto Iniciático da Consciência, associação sem fins lucrativos com curso de formação de dois anos e meio.
- Metodologia própria: não busca controlar nem reprogramar a mente, mas criar uma nova relação com ela — pelo caminho de observar, perceber e sentir. Usa a geometria como foco e "triangulação" para o paciente reconhecer seus padrões.
O ativo e a dor central
O ativo: uma metodologia profunda, original e testada, nascida de décadas de estudo e de uma busca existencial verdadeira. Você já tem casos reais de transformação — como o do João, que saiu da reação automática para a escuta consciente e recuperou a relação com os filhos e a mulher. A profundidade é o seu diferencial.
A dor central não é o conteúdo — é a comunicação. Hoje ela está acadêmica e técnica demais, focada na metodologia, e isso afasta o cliente. O próprio instituto ainda não materializou os benefícios que entrega. Corrigir isso é a primeira decisão estratégica do plano: parar de vender o método e começar a falar da dor e do resultado do cliente.
"A gente não pode assustar a pessoa com método. A gente tem que ir para um lado mais batendo na dor da pessoa, para ela entender que você é alguém que pode ajudar ela."Aldo, no raio-X
O princípio organizador do Aldo
Profundidade você já tem de sobra. A jornada que a gente vai encarar juntos é
tangibilizar o intangível — traduzir a sua metodologia em dores concretas e resultados que o cliente reconhece: mais foco, menos procrastinação, relações melhores, paz mental. O método é o
meio, nunca o produto.
A virada
Da metodologia para a dor do cliente
o ajuste de posicionamento que muda tudo — o que você vende deixa de ser o "como" e passa a ser o "para quê"
A furadeira e o quadro na parede
Ninguém compra uma furadeira porque quer uma furadeira — compra porque quer o quadro pendurado na parede, o ambiente decorado. A sua metodologia (geometria, transpessoal, observar-perceber-sentir) é a furadeira: é o meio. O que o cliente deseja de verdade é o resultado — e é sobre o resultado que a sua comunicação precisa falar.
- Pare de abrir pela técnica. Comece pela dor: a procrastinação, a falta de foco, os conflitos de relacionamento, a vida no automático.
- Fale do resultado: paz mental, clareza, melhores relações, mais ganhos, a sensação de sair do escuro e enxergar.
- A metodologia entra depois, como o caminho que leva até lá — não como a porta de entrada.
A Caverna de Platão
A analogia que vocês dois escolheram para traduzir a transformação: a pessoa vive presa na caverna, no escuro, tomando a sombra por realidade — é a vida automática. O seu trabalho é oferecer a saída para a luz, para a clareza e a consciência. E aí está a oferta: a escolha entre continuar a vida de sempre ou dar o passo para expandir a consciência.
"O valor real que você oferece ao cliente é resolver problemas como procrastinação, falta de foco e conflito de relacionamento — não o conceito abstrato de autoconhecimento."Aldo, sobre tangibilizar o benefício
Curto prazo
O workshop do 25/08 como motor
agora até o evento · a regra: workshop online gratuito como principal ferramenta de conversão, aproximando o cliente da mentoria
1O workshop online, dia 25 de agosto
- Um workshop online ao vivo, marcado para 25 de agosto, é a principal estratégia de vendas. O contato direto e ao vivo tem alto poder de conversão.
- O workshop não é o produto final — é o degrau que leva a pessoa da curiosidade ao interesse por algo mais próximo (mentoria em grupo ou terapia individual).
- Esquece o pacote de curso + ebook + exercícios por R$ 89 como carro-chefe agora. Como o Aldo disse, é "construir uma Ferrari para ir à padaria": muito esforço para pouco retorno.
2A estrutura narrativa: do fundo do poço ao topo da montanha
O workshop se organiza como uma jornada. O fundo do poço são as dores atuais do cliente — procrastinação, falta de foco, vida no automático. O topo da montanha é o desejo de mudança. O conteúdo apresenta esse "mapa" para que a pessoa perceba que você entende as dificuldades dela.
- O cliente precisa se sentir compreendido antes de qualquer coisa. Ele olha o mapa e pensa: "é exatamente isso que eu vivo".
- Todo exercício e todo conceito se conecta a essa jornada — do fundo do poço ao topo. Isso dá sentido a cada ensinamento.
- O núcleo do conteúdo é o coração da sua metodologia: observar, perceber e sentir — o caminho de sair da vida no automático.
3A composição do conteúdo (a proporção que converte)
A régua de ouro para o workshop não errar a mão e não virar aula acadêmica:
| Parte do conteúdo | Proporção | Função |
| Dores e desejos do público | 70% | É o coração. Fazer a pessoa se sentir compreendida e enxergar o mapa da própria jornada. |
| Teoria (a sua metodologia) | 20% | O suficiente para dar embasamento e mostrar o "porquê" — sem afogar em técnica. |
| Exercícios práticos | 10% | Simples e conectados à jornada (ex.: marcar um ponto no papel e observar as reações internas). |
O objetivo é que o cliente entenda o porquê de cada ensinamento e, acima de tudo, sinta-se compreendido.
4A estrutura de captação (o que montar antes)
- Criar um grupo de WhatsApp dedicado exclusivamente ao evento do dia 25 de agosto.
- Montar a página de captura onde o participante insere nome e telefone e é direcionado para o grupo.
- Definir o nome do workshop: peça ao seu agente de IA três sugestões, enviando o contexto detalhado do conteúdo do evento.
- Produzir os slides e o material visual de apoio, colaborando com o agente para estruturar esse suporte.
- Pausar os anúncios antigos de formulário instantâneo que não performaram, e focar toda a energia na nova estrutura de captação.
5Usar o agente de IA do jeito certo
Não peça para o agente escrever o roteiro do zero. O conhecimento profundo é seu. O jeito certo é ativo: você fornece o contexto (psicologia transpessoal, geometria terapêutica) e pede que o agente faça perguntas para extrair o seu conhecimento. Você responde, e o roteiro nasce do que só você sabe.
- Organize as conversas no agente separando os tópicos em páginas diferentes — fica mais fácil gerenciar o conteúdo.
- Sempre que pedir algo (como os nomes do evento), explique bem o problema e o contexto antes. Contexto bom, resposta boa.
- Em paralelo, melhore o conteúdo nas suas redes sociais, na mesma direção: falando de dor e de resultado, não só de método.
"Você fornece o contexto e pede para o agente fazer perguntas para extrair o seu conhecimento — em vez de pedir que ele escreva o roteiro do zero."Aldo, sobre usar a IA a seu favor
O que o Aldo entrega nesta fase
Um
esboço do roteiro do workshop, baseado na transcrição desta call, para você validar e melhorar — chega até o dia seguinte. E o acompanhamento próximo ao longo dos meses, ajustando a comunicação a cada passo.
Médio prazo
A escada de produtos
os próximos meses · o workshop é um degrau, não o topo — cada nível prepara o cliente para o próximo
A escada, degrau por degrau
O workshop não vive sozinho. Ele é uma peça de uma escada de produtos que conduz o cliente da curiosidade até a oferta mais robusta. Cada degrau aproxima e aquece.
| Degrau | O que é | Papel na jornada |
| Anúncios | Tráfego pago atraindo pela dor/resultado | Trazem o público certo para o topo do funil. |
| Aula gratuita | Primeiro contato de valor | Abre a porta e gera confiança. |
| Curso de entrada | ~R$ 89 | Baixa barreira, qualifica quem está disposto a dar o passo. |
| Workshop (25/08) | Evento ao vivo de conversão | O degrau-chave: aproxima e prepara para a oferta principal. |
| Mentoria em grupo + terapia individual | Ticket maior | A oferta robusta — onde está o valor de verdade. |
O workshop é o degrau que prepara o cliente para ofertas mais robustas, não o destino. A mentoria e a terapia individual são o produto de verdade.
A projeção do funil
O Aldo já fez essa conta muitas vezes. A lógica: com um investimento na ordem de R$ 2.000 em anúncios, dá para gerar vendas suficientes para recuperar o investimento e escalar o negócio ao longo dos meses. Investe pouco, aquece direito, e a bola de neve começa a girar.
Entrar no presencial
Você já tem um trunfo: o espaço na Rua Juréia, em São Paulo, e uma preferência natural pelo presencial (é onde você já deu cursos e se sente mais forte). O plano de médio prazo inclui imersões e palestras presenciais, aproveitando esse espaço já disponível.
- O presencial converte ainda mais que o online — o contato direto é o seu ponto forte.
- Começa aproveitando o que já existe: o espaço da Rua Juréia, sem custo extra de estrutura para dar os primeiros passos.
"O workshop deve conduzir o cliente da curiosidade para o interesse em algo mais próximo — uma mentoria em grupo ou terapia individual. Ele não é o produto final, é o degrau."Aldo, sobre a função do workshop
Longo prazo
Escalar com o presencial
meses adiante · eventos presenciais maiores, ticket alto e acompanhamento contínuo do Aldo
Com a escada rodando e a comunicação afiada, o passo seguinte é escalar com eventos presenciais maiores. O Aldo já modelou a conta para um evento de porte.
| Item | Estimativa | Observação |
| Público no evento presencial | ~50 pessoas | Sala cheia, aquecida pela captação. |
| Investimento em tráfego | ~R$ 5.000 | Base de custo por lead de R$ 8 a R$ 10. |
| Venda de programa de alto valor | ~R$ 1.500 | Ticket que garante a rentabilidade e o lucro do evento. |
- O objetivo dos eventos maiores é vender programas de alto valor que sustentam o lucro — não apenas cobrir custo.
- O acompanhamento contínuo do Aldo segue ao longo dos meses, ajustando estratégia, comunicação e ofertas a cada etapa.
- O presencial, que é a sua preferência, vira o motor de escala — do espaço da Rua Juréia para eventos cada vez maiores.
A régua do longo prazo
O foco imediato continua sendo o
workshop online do 25/08 — é a estratégia de aproximação que faz o negócio evoluir a partir de um ticket ainda baixo. O presencial em escala é a consequência natural de fazer bem os primeiros passos.
"Para colocar 50 pessoas em um presencial, gasta-se por volta de R$ 5.000 em tráfego. O objetivo é vender programas de R$ 1.500 para garantir a rentabilidade e o lucro do evento."Aldo, sobre a viabilidade do presencial
Ação imediata
Os seus próximos passos
O foco central agora é preparar o workshop do 25/08 — montar a estrutura de captação e afinar a comunicação para a dor e o resultado do cliente. Se fizer isto, o evento sai do papel.
- Criar o grupo de WhatsApp dedicado exclusivamente ao evento do dia 25 de agosto.
- Montar a página de captura (nome e telefone) que direciona o participante para o grupo.
- Definir o nome do workshop: pedir ao agente de IA três sugestões, enviando o contexto detalhado do conteúdo.
- Produzir os slides e o material visual de apoio, com ajuda do agente.
- Pausar os anúncios antigos de formulário que não performaram e focar na nova captação.
- Usar o agente de IA de forma ativa: fornecer contexto e pedir que ele faça perguntas para extrair o seu conhecimento.
- Melhorar o conteúdo nas redes sociais, sempre falando da dor e do resultado — não do método.
- Receber e validar o roteiro do Aldo (esboço baseado nesta call), que chega até o dia seguinte.
Dor > método
Tangibilizar o intangível
Workshop = ferramenta de venda
70% dor · 20% teoria · 10% prática
Observar, perceber, sentir
Grupo + página de captura
Conceitos norteadores
Pra revisitar sempre que bater dúvida
- Tangibilizar o intangível. O cliente não compra autoconhecimento abstrato — compra paz mental, foco, clareza e melhores relações. Fale disso primeiro.
- A furadeira e o quadro na parede. A metodologia é o meio; o resultado é o produto. Comunique o quadro pendurado, não a ferramenta.
- Dor antes de método. Se abrir pela técnica, você perde a pessoa. Bata na dor para ela reconhecer que você pode ajudá-la.
- Do fundo do poço ao topo da montanha. O workshop é uma jornada: mostre o mapa das dores atuais e o desejo de mudança. O cliente precisa se sentir compreendido.
- 70 / 20 / 10. 70% dores e desejos, 20% teoria, 10% prática. Essa proporção mantém o workshop humano e converte.
- Observar, perceber e sentir. É o coração da sua metodologia e o núcleo do workshop — a saída da vida no automático.
- O workshop é um degrau. Ele aproxima e prepara para a mentoria e a terapia individual. Não é o destino, é a ponte.
- A IA extrai, não inventa. Dê contexto e peça que o agente faça perguntas. O conhecimento profundo é seu — a IA só ajuda a organizá-lo.
"A transição de viver no escuro, na vida automática, para a clareza da consciência — oferecendo ao cliente a escolha entre a vida habitual ou o processo de expansão da consciência."A Caverna de Platão, a metáfora que vocês escolheram